Conclusão da Coleção
RPG é um jogo de interpretação de papéis e aqui neste mangá
é praticamente isso que vemos. Quando um grupo se une pra jogar cada um tem um
personagem e o usa para contar uma história juntos e por vezes dá vontade de
imortalizar as sessões de jogo e Lodoss é praticamente isso! Temos o grupo se
formando, enfrentando diversas situações juntos, planejando e alcançando a
vitória no final, mesmo que tenha sido cobrado um preço alto por isso e acabou
com um gancho para aventuras futuras. O que é muito comum nas histórias que
vemos por aí.
Eu gostei que cada um
tinha uma personalidade diferente mas ainda assim trabalhavam juntos. Até
quando Deedlit e Ghim deviam trocar farpas por serem Elfa e Anão, o convívio
fez eles se tornarem mais amigáveis um com o outro. E depois de ser consagrado
Cavaleiro como seu pai, Parn rejeita a honraria para poder se livre e agir de
forma independente. Mas ele sabe que em Valis ele tem um nome agora e com
certeza de muito prestígio por ele e por seu pai. E a fama deles como grupo vai
longe, com certeza.
Melhor e Pior da Obra
Tenho que admitir que como jogador de RPG eu gostei de ver
as fichas dos personagens no mangá e isso nos permite interpretar cada um dos
protagonistas se quisermos. Isso é muito legal. Mas fora isso eu gostei da
forma com que foi conduzida a história e agora que reli para poder escrever
aqui para o blog, eu notei coisas que não tinha percebido antes como a parte da
guerra no último volume que mostrou apenas finalizações e os personagens
cansados e sujos das batalhas e a Deedlit sem compreender muito a razão de
Humanos e Monstros se enfrentando da forma que ela vê. E mesmo sendo obra de
ficção com magia, monstros e reis se enfrentando me faz lembrar que tem guerras
acontecendo de verdade e normalmente gente inocente morre sem o desejo de estar
realmente lutando. Guerras são muito
cruéis...
Personagem favorito
O mangá tem muitos personagens interessantes e eu gosto do
Parn aqui. Ele é Humano, portanto tem pressa de fazer as coisas acontecerem e
acaba sendo impulsivo e orgulhoso. Mas é fácil gostar de todos eles porque cada
um tem suas motivações e são recompensados pelo esforço, como o Etoh e Parn, e
mesmo que tenha morrido, Ghim alcançou seu objetivo que era resgatar Leirya e
ela está livre do controle da Bruxa Karla e agora retorna para sua casa junto
com Slayn. Um momento de silêncio pelo Anão... E ele havia feito manualmente um
enfeite de cabelo para Leirya e ela o usa no final do mangá. Ghim explica que
os Anões costumam fazer presentes úteis
pensando na pessoa que receberá para que seja muito especial para ambos porque
combinará com a personalidade da pessoa e quem fez dedicou tempo e esforço na
fabricação do presente. Isso é bem legal.
Saga preferida
Relendo pra escrever eu vejo que muita coisa acontece no
decorrer dos três volumes do mangá da Bruxa
Cinzenta mas eu gosto de quando mostra mais dos personagens além do que já
está acontecendo na história, como Slayn que vai até a Academia onde se tornou
mago e descobre que ela está em ruínas. Isso acontece no Volume 01 e é um dos
motivos que faz o grupo se unir. E eu acabei não falando quase nada da história
lá na postagem. Hahahaha.
O que levar do Mangá pra vida?
Na história vemos que há muita guerra pra todo lado. Tanto
que os Reis Fahn, Beld e Kashue haviam sido companheiros há muito tempo e
conquistaram seus tronos com muito esforço. Como Beld tornou-se Rei na Ilha de
Marmo e ela tem muitos monstros que querem destruir os humanos e tomar os
outros Reinos, vemos que há muitos soldados, guerreiros, seres fantásticos como
Elfos e Anões e a presença de deuses e magia é constante. O pai de Parn mesmo
era um Cavaleiro de Valis e ao desobedecer as regras dos Cavaleiros, ele foi
destituído de suas honras e morreu. E sua armadura passou para o filho que
cresceu ouvindo de sua mãe que seu pai era um homem honrado e que devia confiar
na coragem dele.
E isso o motiva a lutar pelo que acredita e sua coragem e
confiança em seu pai o leva a ser condecorado como Cavaleiro como seu pai era.
E ele e seus amigos também tem seus esforços reconhecidos e alcançados ao
acompanhar Parn. E para a vida eu digo que dá pra levar a mensagem de que nós devemos confiar na nossa coragem e no
que nosso coração acredita. Sim, essa é a mensagem que eu tiro deste mangá.
E tenhamos amigos que nos acompanhem na caminhada! Onde um fraqueja o outro
deve ser apoio!
Incrível como um mangá publicado em 1998 no Japão e em 2007
aqui ainda pode ser considerado uma boa leitura, sim. Mangás e histórias de
capa e espada são normalmente muito interessantes de se ler e assim como no RPG
(de mesa ou eletrônico) o próximo nível é sempre melhor! Então vamos sempre nos
aprimorar no que fazemos! Sejamos referência!
Não podemos esquecer
de quem somos e nem deixar nossos amigos esquecerem quem são! Ghim lutou em
resgate de uma amiga! Não a abandonou!
LEIA TODAS AS POSTAGEM DE "A Bruxa Cinzenta" clicando AQUI!

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