Um outro ponto forte da franquia sempre foi a parte de dar
tiros em tudo que se move na nossa frente! Cara, que legal sair dando tiro na
cabeça de zumbi pra ver ele andando uns passos sem cabeça antes de cair.
Hahahahaha. Mas que raiva que dava quando acabava a munição! (Ou o Ink Ribbon
pra salvar o jogo!) Mas além da diversão de fazer isso e da alegria de resolver
um quebra-cabeça difícil, tem a parte da história, afinal as coisas acontecem
por um motivo naquela mansão/laboratório/cidade/ilha... E aí entra a parte da
história em que a Umbrella é como uma hidra em que nos alegramos em cortar uma
cabeça mas a lágrima vem ao ver que nasceram outras duas cabeças novas... É
isso que eles fazem porque ao derrubarmos um laboratório, outros se erguem
corrigindo os erros que nós fizemos o favor de mostrar pra eles corrigirem, não
é? E eles fazem armas biológicas: criaturas aprimoradas com fins bélicos mas
que acabam saindo do controle e a gente
tem que ir lá resolver essa bagunça. Do conforto de casa, é verdade, mas é a
gente que faz a coisa acontecer.
Como conheci?
Meu irmão tinha um colega de sala que tinha um PlayStation e
de vez em quando ele ia lá e falava de um monte de jogos divertidos que o irmão
mais velho dele jogava e eles assistiam. E era Digimon 1 (o de ficar batendo nas pedras e que eu comprei e perdi o
CD) e Resident Evil 2! Um dia fui lá
também e vi esse amigo do meu irmão jogando RE e que jogo maravilhoso! Os sons
ambientes, os barulhos dos menus abrindo e fechando, os zumbis, os cães, os
Lickers...! Tudo era maravilhoso e a vontade de ter um PS1 era imensa! A gente tinha
um Super Nintendo, mas lá no final
dos anos 90 ter um PlayStation era mais difícil! E a gente não trabalhava, né?
Então só quando compramos um computador em casa e conseguimos um emulador aí eu
comprei meus primeiros jogos de Resident Evil e pude jogar de ponta a ponta com
os detonados! Que maravilha! A vida é boa! (Depois comprei o Play1, claro, mas
depois eu conto.)
Personagem favorito
Beleza nunca foi problema nos protagonistas da franquia (e
tem que ser assim, quem quer ver protagonista feio? Dificilmente tem, mas só
quando faz parte da história do personagem) e eu arrisco dizer que a minha
favorita é a mais bonita! Meu primeiro jogo da franquia foi “Resident Evil 3: Nemesis” e jogar ele
foi uma aventura maravilhosa e por causa dessa sensação de jogar ele de ponta a
ponta à vontade, a minha personagem favorita sempre foi a estrela desse jogo: Jill Valentine! Chris Redfield e ela no
primeiro jogo eu conheci um tempo depois e Claire Redfield e Leon S. Kennedy no
2 em minhas mãos um pouco depois ainda. Mas aprendi a amar a franquia desde
sempre porque era divertido atirar, procurar coisas era difícil mas o detonado
em mãos ajudava bastante, mas ainda assim fazer as coisas acontecerem era
diferente, né? Nem todo zumbi que aparecia a revista alertava sobre ele ou os
sustos que a gente tomava. Hahahaha.
Saga preferida
Inacreditável, repito, como uma franquia tão grande não
tenha mais mangás para o público, mas enfim... Como vou falar na próxima postagem,
trago a franquia aqui por conta do mangá de “Resident Evil – Ilha da Morte” que eu comprei e que é uma versão
do filme lançado em 2023. Um é diferente do outro em alguns aspectos de
enquadramento, cenas ou coisas assim mas a estrutura da história é mantida em
quase a totalidade dele. (E não sei se fico feliz ou não pelo Leão Infectado que tem no mangá mas não
no filme) Então a saga de Resident Evil é de apenas um volume e talvez eu faça
mais matérias sobre os jogos. Talvez e se eu tiver paciência e sorte, porque eu
tenho o Play1 ainda e os três primeiros jogos! E o Resident Evil 4 eu tenho
também com meu Play2, mas os que vieram a seguir eu não tenho e nem tenho
paciência para ir atrás deles. Mas quem sabe um dia...
A publicação do Mangá no Brasil
Só de vir um marca-páginas e um adesivo do mangá eu fiquei
feliz demais quando tirei o plástico dele. Hahahaha. E por vir uma sobre-capa
bonita deixa o volume ainda mais bonito! Quem trouxe para nós foi a Panini e
pensando bem até que demorou um pouco pra chegar na minha mão porque o mangá é
de 2024 e eu nem sabia dele. E por sorte eu tenho um amigo jornaleiro que me
manda toda semana os mangás que chegam e quando vi já reservei o meu! Mas tudo
bem, o importante é que tenho ele em mãos agora para ler e reler quantas vezes
eu quiser. Hehehe. Falei muito, mas ainda é um nada perto do tanto de coisas
que podemos falar sobre Resident Evil! E como diria o vilão maior do meu
primeiro jogo com sua voz cavernosa: “STAAAAAARSS...!!!”
Lutas acrobáticas
contra zumbis? Temos sim!
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📚 Ficha Técnica da Coleção
• Obra: Resident Evil: Ilha da Morte (Death Island)
• Mídia Analisada: Mangá (Volume Único) /
Filme em CGI
• Autores do Mangá: Capcom (História Original)
e ZHI-CHUI (Arte)
• Diretor do Filme: Eiichiro Hasumi
• Ano de Lançamento: 2023 (Filme) / 2024
(Mangá no Brasil)
• Editora no Brasil: Panini Comics/Planet
Mangá
• Volume: Único
• Capítulos: 9 capítulos
• Cronologia: Oficial do universo dos
games (Situado entre Resident Evil 6 e 7)
• Preço de Capa: R$ 52,90 (Onde vamos
parar...?!)
• Status da Coleção: Concluída
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