Resident Evil - Enigmas, Tiros e Amigos!

Thumb da introdução de Resident Evil no blog com a foto do Leon do mangá.
Zerar jogos nem sempre é fácil, ainda mais quando se trata de um jogo que criou um estilo: o SURVIVAL HORROR! Ou Horror de Sobrevivência! Estamos falando de Resident Evil! Uma franquia de jogos (e outras mídias) que atravessa os anos e décadas e ainda consegue ser assustador! Afinal o tema de mortos-vivos é muito amplo e a criatividade é ilimitada! E quando se trata de RE (Resident Evil) a criatividade nos puzzles (quebra-cabeças) é ainda mais ilimitada! Quem já jogou sabe a raiva de procurar um diamante azul e um vermelho pra abrir uma porcaria de porta e não achar em lugar algum! Ou ficar carregando uma chave a toa por um tempão pra descobrir que ela já foi usada e não seria mais necessária... É, eu fiz isso... E aqui vamos falar de jogos e do mangá “Resident Evil – Ilha da Morte”! Não sei a razão de não ter mais mangá deles...
Imagem de 4 das chaves usadas no jogo Resident Evil 2.

Um outro ponto forte da franquia sempre foi a parte de dar tiros em tudo que se move na nossa frente! Cara, que legal sair dando tiro na cabeça de zumbi pra ver ele andando uns passos sem cabeça antes de cair. Hahahahaha. Mas que raiva que dava quando acabava a munição! (Ou o Ink Ribbon pra salvar o jogo!) Mas além da diversão de fazer isso e da alegria de resolver um quebra-cabeça difícil, tem a parte da história, afinal as coisas acontecem por um motivo naquela mansão/laboratório/cidade/ilha... E aí entra a parte da história em que a Umbrella é como uma hidra em que nos alegramos em cortar uma cabeça mas a lágrima vem ao ver que nasceram outras duas cabeças novas... É isso que eles fazem porque ao derrubarmos um laboratório, outros se erguem corrigindo os erros que nós fizemos o favor de mostrar pra eles corrigirem, não é? E eles fazem armas biológicas: criaturas aprimoradas com fins bélicos mas que acabam saindo do controle e a gente tem que ir lá resolver essa bagunça. Do conforto de casa, é verdade, mas é a gente que faz a coisa acontecer.

Imagem do jogo Resident Evil 2 com Leon cercado de zumbis.

Como conheci?
Meu irmão tinha um colega de sala que tinha um PlayStation e de vez em quando ele ia lá e falava de um monte de jogos divertidos que o irmão mais velho dele jogava e eles assistiam. E era Digimon 1 (o de ficar batendo nas pedras e que eu comprei e perdi o CD) e Resident Evil 2! Um dia fui lá também e vi esse amigo do meu irmão jogando RE e que jogo maravilhoso! Os sons ambientes, os barulhos dos menus abrindo e fechando, os zumbis, os cães, os Lickers...! Tudo era maravilhoso e a vontade de ter um PS1 era imensa! A gente tinha um Super Nintendo, mas lá no final dos anos 90 ter um PlayStation era mais difícil! E a gente não trabalhava, né? Então só quando compramos um computador em casa e conseguimos um emulador aí eu comprei meus primeiros jogos de Resident Evil e pude jogar de ponta a ponta com os detonados! Que maravilha! A vida é boa! (Depois comprei o Play1, claro, mas depois eu conto.)

Imagem de Leon S. Kennedy e Claire Redfield no Resident Evil 2 de PlayStation.

Personagem favorito
Beleza nunca foi problema nos protagonistas da franquia (e tem que ser assim, quem quer ver protagonista feio? Dificilmente tem, mas só quando faz parte da história do personagem) e eu arrisco dizer que a minha favorita é a mais bonita! Meu primeiro jogo da franquia foi “Resident Evil 3: Nemesis” e jogar ele foi uma aventura maravilhosa e por causa dessa sensação de jogar ele de ponta a ponta à vontade, a minha personagem favorita sempre foi a estrela desse jogo: Jill Valentine! Chris Redfield e ela no primeiro jogo eu conheci um tempo depois e Claire Redfield e Leon S. Kennedy no 2 em minhas mãos um pouco depois ainda. Mas aprendi a amar a franquia desde sempre porque era divertido atirar, procurar coisas era difícil mas o detonado em mãos ajudava bastante, mas ainda assim fazer as coisas acontecerem era diferente, né? Nem todo zumbi que aparecia a revista alertava sobre ele ou os sustos que a gente tomava. Hahahaha.

Imagem de "Resident Evil 3: Nemesis" mostrando o grande vilão do jogo.

Saga preferida
Inacreditável, repito, como uma franquia tão grande não tenha mais mangás para o público, mas enfim... Como vou falar na próxima postagem, trago a franquia aqui por conta do mangá de “Resident Evil – Ilha da Morte” que eu comprei e que é uma versão do filme lançado em 2023. Um é diferente do outro em alguns aspectos de enquadramento, cenas ou coisas assim mas a estrutura da história é mantida em quase a totalidade dele. (E não sei se fico feliz ou não pelo Leão Infectado que tem no mangá mas não no filme) Então a saga de Resident Evil é de apenas um volume e talvez eu faça mais matérias sobre os jogos. Talvez e se eu tiver paciência e sorte, porque eu tenho o Play1 ainda e os três primeiros jogos! E o Resident Evil 4 eu tenho também com meu Play2, mas os que vieram a seguir eu não tenho e nem tenho paciência para ir atrás deles. Mas quem sabe um dia...

Imagem do mangá de Resident Evil - Ilha da Morte com Leon enfrentando um Leão Infectado.

A publicação do Mangá no Brasil
Só de vir um marca-páginas e um adesivo do mangá eu fiquei feliz demais quando tirei o plástico dele. Hahahaha. E por vir uma sobre-capa bonita deixa o volume ainda mais bonito! Quem trouxe para nós foi a Panini e pensando bem até que demorou um pouco pra chegar na minha mão porque o mangá é de 2024 e eu nem sabia dele. E por sorte eu tenho um amigo jornaleiro que me manda toda semana os mangás que chegam e quando vi já reservei o meu! Mas tudo bem, o importante é que tenho ele em mãos agora para ler e reler quantas vezes eu quiser. Hehehe. Falei muito, mas ainda é um nada perto do tanto de coisas que podemos falar sobre Resident Evil! E como diria o vilão maior do meu primeiro jogo com sua voz cavernosa: “STAAAAAARSS...!!!”

Foto do mangá "Resident Evil - Ilha da Morte" em pé sobre um banner com as imagens dos personagens do blog.

Lutas acrobáticas contra zumbis? Temos sim!

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Fotografia da sobre capa aberta do mangá, o mangá, o marca-página e o adesivo com a imagem da capa sobre um fundo preto.

📚 Ficha Técnica da Coleção
• Obra: Resident Evil: Ilha da Morte (Death Island)
• Mídia Analisada: Mangá (Volume Único) / Filme em CGI
• Autores do Mangá: Capcom (História Original) e ZHI-CHUI (Arte)
• Diretor do Filme: Eiichiro Hasumi
• Ano de Lançamento: 2023 (Filme) / 2024 (Mangá no Brasil)
• Editora no Brasil: Panini Comics/Planet Mangá
• Volume: Único
• Capítulos: 9 capítulos
• Cronologia: Oficial do universo dos games (Situado entre Resident Evil 6 e 7)
• Preço de Capa: R$ 52,90 (Onde vamos parar...?!)
• Status da Coleção: Concluída

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